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:: Gargarejo
A jornalista Baby Rizzato acompanhou o ótimo desempenho dos orientais ao lado de Fabiano Oliveira, seu namorado
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:: Comédia japonesa foi ótima opção na semana
No clima das produções orientais em Manaus, apresentou-se na última quarta-feira, no Teatro Amazonas, o espetáculo japonês “Kyôgen”. A comédia teve duas encenações curtas, batizadas de ‘Bonsan’ (‘O Ladrão de Árvores Anãs’) e ‘Bôshibari’ (‘Atado ao Bastão’), de 15 e 25 minutos, respectivamente. Toda falada em japonês, a organização do evento, ou seja, o Consulado Geral do Japão em Manaus, que teve todo o cuidado para explicar bem do que se tratavam as histórias, a peça trouxe bons momentos ao público, que parecia entender tudo o que se falava em cena. Também pudera! Os atores são vivos em cena, com gestuais de fácil assimilação e boa entonação vocal. Muito bom o que o Consulado proporcionou à população que gosta de arte nessa cidade. CRÉDITO DA FOTO: SEC
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:: Reunião de artistas de dança promete mudar panorama do setor no Amazonas
Uma coletiva de imprensa marcou, hoje (27/02/08), o início dos trabalhos públicos do “Laboratório Contemporâneo”, promovido por três companhias de dança locais (Índios.com, Intérpretes Independentes e Contém Dança) e um artista independente, o bailarino amazonense Francisco Rider. O evento terá três níveis de execução e as apresentações, seguidas de debates com a platéia, poderão ser conferidas no período de 27 a 31 de maio, às 19h, no Teatro do Sesc, no Centro, com entrada gratuita. Já as análises dos trabalhos serão voltadas apenas aos participantes do projeto e acontecerão na sede da Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), de 8h30 às 10h30.
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:: Ricardo Risuenho: Apresentará "Homem de Barro" no evento
A idéia consiste na criação de um pólo de reflexão do processo de criação e interpretação de trabalhos de dança contemporânea, a partir de performances e debates entre artistas e platéia, além de análises individuais e fechadas com profissionais daqui e de fora do Estado, que virão a Manaus especialmente para a iniciativa. “Este processo, que será anual, terá três níveis de execução. Começará pelas apresentações públicas dos espetáculos, depois passará pela discussão com a platéia e finalizará com os debates internos, em que um crítico especializado e mais um profissional da área da cidade, no caso, a bailarina Ítala Clay, contribuirão com suas análises”, informa o diretor da Companhia Intérpretes Independentes, Ricardo Risuenho.
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:: Francisco Rider: Experiência internacional à serviço da dança contemporânea
A falta de uma ampla discussão em torno do movimento da dança no Norte e, conseqüentemente no Estado, estimulou esses artistas a criarem o laboratório. É o que afirma o bailarino Francisco Rider. “Estou interessado em idéias que resultem em um bom produto final. O processo é o que me interessa, não apenas uma apresentação. Criaremos um diálogo, um questionamento do que seja a dança contemporânea, sem a criação de guetos, pois o projeto nas próximas etapas poderá agregar outras companhias interessadas”, destaca o profissional que estudou e trabalhou na área, nos Estados Unidos, por quase dez anos.
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:: Leilane Saburi: "Projeto não quer divergir com entidades representativas"
Parte desses artistas é filiada à Associação dos Profissionais de Dança do Amazonas (Aprodam). Há os que resistem à adesão ao movimento. O que todos desse projeto garantem é que o laboratório não servirá de embate contra a instituição representativa dos bailarinos do Amazonas. “Não criamos o laboratório para divergir com essa ou aquela organização de dança. Sabemos da criação de um festival de dança competitivo, que será promovido pela Secretaria de Cultura do Estado. Aplaudimos a iniciativa, mas esse evento deverá caminhar paralelamente aos nossos objetivos, que é justamente a proposta de uma reflexão diferente da que está acontecendo”, analisa a bailarina Leilane Saburi, componente da Intérpretes Independentes.
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:: Francis Bayard: Viagens pela América do Norte e Europa com a dança
Para Francis Bayard, diretora da companhia Contém Dança, o momento é de estudo, não de divagação artística. “É um momento propício à pesquisa, ao pensamento novo, ou seja, pensar nas técnicas de dança ou não. Estou procurando entender essa nova realidade da dança universal”, diz a artista, que, com essa declaração, sabe o significado da palavra humildade, mesmo tendo viajado alguns países com o seu trabalho.
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